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Juventude protagonista: Jice 2025 mostra a força da pesquisa no IFTO

Integração, ciência e inovação

Estudantes e servidores celebram aprendizados e trocas de experiências
por Mayana Matos publicado: 21/11/2025 17h30 última modificação: 21/11/2025 17h57

O Identidade IFTO 2025 chegou ao fim deixando marcada sua grandiosidade, impulsionada pela intensa troca de saberes e pela forte participação da comunidade acadêmica. O evento também foi especial para a 16ª Jornada de Iniciação Científica e Extensão (Jice) 2025, que, nesta edição, abordou a temática: “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”.

Ao longo da programação, estudantes e servidores expressaram alegria e satisfação em participar de uma iniciativa que, ano após ano, busca despertar o interesse pela ciência, valorizar novos talentos e promover a integração e o intercâmbio de experiências entre diferentes segmentos.

A estudante  Camile Santos da Motta, do Campus Colinas do Tocantins, participou do desafio de robótica e destacou o quanto a vivência contribuiu para sua formação. “Estamos tendo uma experiência muito inovadora aqui na Jice. Durante todo o nosso processo, a gente desenvolveu muitas qualidades, melhoramos muito na Matemática, na Física, nosso raciocínio lógico se desenvolveu bastante. Percebemos também que as nossas qualidades dentro da equipe foram se aprimorando”, contou, orgulhosa, ao apresentar o robô de 1 kg criado por sua equipe.

Já a estudante Daniele Reis, do 2º ano do curso técnico em Redes de Computadores do Campus Araguatins, apresentou o trabalho “O impacto da tecnologia no comportamento cultural e social do ser humano no Brasil”, que propõe uma reflexão sobre como os avanços tecnológicos influenciam a sociedade, abordando seus aspectos positivos e negativos. Ela reforçou a relevância de o IFTO incentivar a participação de estudantes em atividades científicas ainda no Ensino Médio. “Acredito que é muito importante uma estudante do Ensino Médio estar aqui representando um trabalho tão importante e tão reflexivo sobre esse assunto. Foi um trabalho desenvolvido por mim e por outros estudantes do Ensino Médio. E a Jice permite isso: essa inovação, essa transformação, essa oportunidade de nós, pessoas, jovens, podermos trazer e apresentar esses trabalhos. Quero agradecer a equipe da Jice, a participação aqui e dizer o quanto isso é importante para minha vida de estudante e de outros estudantes também”, afirmou.

Nesta edição, a Jice contou com mais de 400 trabalhos científicos apresentados. O público também pode acompanhar o IX Desafio de Robótica, o IV Ideathon Maker, o espaço "Meninas na Ciência", a "Mostra das Propriedades Intelectuais" do IFTO e o Encontro de Ecossistemas de Inovação.

A professora e pesquisadora Poliane Dalara, do Campus Formoso do Araguaia, ressaltou a importância de eventos como a Jice para a valorização da pesquisa em todas as suas etapas. “Esse momento aqui na Jice é fundamental para os nossos estudantes, porque eles vão poder experienciar na prática a sociabilização e democratização da pesquisa que é feita no campus. Aqui, com outros colegas, com outros campi e com a comunidade externa, eles vão poder trazer à tona o propósito do projeto, apresentar as etapas e os resultados, sempre dimensionando o nível local e global, que são aspectos importantíssimos de uma pesquisa”, destacou.

O professor Allan Gomes, do Campus Araguatins, também compartilhou sua experiência e trajetória com a robótica. “Ficar em segundo lugar na categoria Seguidor de Linha foi uma experiência incrível. Antes, como aluno do Campus Araguatins, tive a chance de começar na pesquisa com robótica, e hoje, como professor, poder orientar e competir com a equipe TOTECK é muito gratificante. Superar as limitações e fazer as adaptações necessárias foi muito massa. Essa vivência maker mostra o quanto a robótica ajuda a desenvolver criatividade, trabalho em equipe e habilidades que fazem diferença na vida dos alunos. Posso dizer que a robótica é uma das minhas paixões”, celebrou.

Em um tom emocionado de despedida, o estudante Daniel Moura, do Campus Araguaína, que apresentou o trabalho “Capacidade de Absorção de água de hidrogéis à base de gomas biopoliméricas de uso agrícola”, falou sobre o encerramento de seu ciclo como estudante no IFTO. “O Identidade não foi especial apenas por ser último evento que vivo como estudante do IFTO, mas porque me deu a chance de conhecer e estar com pessoas que marcaram minha história de um jeito que eu nunca vou esquecer. Vou sentir falta de tudo isso, da correria, da energia, das risadas inesperadas, da comunicação e da sensação de pertencimento. Levo tudo isso comigo no coração, e posso dizer que fechei esse ciclo do melhor jeito possível”, declarou.

Premiações Jice 2025

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