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Unidade recebe tradutora de Libras para auxílio de estudantes especiais

Campus Avançado Formoso do Araguaia

Profissional atuará no acompanhamento de alunos especiais do curso técnico em Agricultura
por publicado: 21/03/2017 15h23 última modificação: 21/03/2017 15h25
Colaboradores: Guilherme Paganotto
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Suelene fazendo acompanhamento com estudante em sala de aula

O Campus Avançado Formoso do Araguaia, do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), recebeu mais uma servidora efetiva em seu quadro de técnicos administrativos. Trata-se da Tradutora e Intérprete de Libras Suelene Albuquerque, que foi removida para a unidade com o objetivo de acompanhar dois estudantes com deficiência auditiva que ingressaram neste semestre no curso técnico subsequente em Agricultura.

Segundo o diretor da unidade Dêmis Carlos, o IFTO prima e cumpre com o Decreto nº 5.626/2005, que assegura o direito dos estudantes com deficiência auditiva terem acompanhamento de profissionais de Libras durante o seu período de aula e nas demais atividades que forem necessárias. “Zelamos para que nossos estudantes tenham o máximo de apoio, e a profissional vem para somar à equipe que também conta diretamente com assistentes de estudantes, pedagogo, e indiretamente com assistente social, enfermeiro e psicólogo, por meio do auxílio de servidores da Reitoria”, pontuou Dêmis.

Suelene também demonstrou satisfação em juntar-se aos profissionais do campus, e já apresentou alguns projetos relacionados à sua área. "Para mim é um desafio gratificante, e espero poder contribuir o máximo para a unidade no que diz respeito à disseminação da Língua Brasileira de Sinais e em qualquer assunto relacionado ao fenômeno da inclusão social", comentou.

Questionados sobre o novo atendimento, os dois estudantes confirmam a necessidade do profissional. “Estou me sentindo bem melhor com a intérprete em sala de aula. Fica mais fácil para entender do que o professor está falando, porque sem ela, ficava mais complicado, só via o professor falar e escrever, mas ficava difícil de se entender e para nos comunicarmos", citou Elias Martins, um dos estudantes.

"Eu me sentia perdido, não entendia o que o professor falava para meus colegas. Eu achava tudo difícil. Agora, entendo a matéria, acompanho meus colegas e não estou ficando para trás, pois estou aprendendo mais para um dia eu ser um bom profissional”, comentou Lucas Fagundes, outro estudante.