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Entidades estudantis se reúnem para discutir demandas dos campi do IFTO

Evento

O encontro faz parte da programação do 7º Seminário de Assistência ao Estudante
por Luciana Santal publicado: 11/08/2017 16h00 última modificação: 11/08/2017 17h02
Colaboradores: Luciana Santal

Na tarde de quarta-feira, 09, foram realizadas as primeiras atividades do Encontro de Entidades Estudantis no 7º Seminário de Assistência ao Estudante, realizado no Campus Porto Nacional, do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), nos dias 09, 10 e 11 de agosto. Segundo o diretor de Assuntos Estudantis do IFTO, Higor Lira, busca-se, com esse encontro, trabalhar o envolvimento dos alunos com as políticas de assistência estudantil, melhorar o diálogo entre os discentes e a gestão e articular o movimento estudantil com vistas ao seu fortalecimento.

Para começar, no dia 09, os alunos se reuniram para levantar discussões e demandas de cada campus com o objetivo de elaborar uma carta a ser entregue aos gestores da instituição. Já durante toda a manhã do dia 10, o diretor Higor Lira esteve com o grupo para promover uma formação com o tema “Gestão do Movimento Estudantil” e para conversar com os alunos sobre assuntos de interesse das entidades. Na oportunidade, foram repassadas informações acerca da criação e reativação de entidades, trabalho realizado por elas, emissão de carteiras estudantis e cadastro das entidades junto ao IFTO.

Em seguida, os participantes puderam conhecer as atividades da AFS Brasil, uma organização internacional que oferece bolsas para intercâmbio cultural em outros países. A presidente do Comitê Brasília da AFS e orientadora da região centro-oeste (COE), Júlia Herszenhut, explicou como funciona o sistema de intercâmbio pela organização e contou que os interessados podem se inscrever para uma bolsa de High School na Itália em www.afs.org.br , disponível para alunos da COE, região que compreende os comitês da cidade de Palmas (TO), de Brasília (DF) e dos estados de Goiás e Mato Grosso. No site, também é possível se inscrever como voluntário ou família hospedeira para receber os alunos que vem de outros países para o Brasil.

Após o intervalo, eles voltaram a se reunir para levantamento e discussão de demandas gerais dos campi, como colocação no mercado de trabalho, divulgação dos cursos com instituições públicas e privadas, estágio e passe livre estudantil. Ao surgir os questionamentos sobre esses temas, o diretor Higor Lira respondia aos alunos com explicações sob o ponto de vista institucional.

Grande parte das discussões giraram em torno de assuntos como o transporte até o campus, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), auxílios do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) e a participação dos alunos na Comissão Local de Assistência Estudantil, acesso à internet e reivindicação de armários para alunos que moram em localidades distantes do campus e estudam durante todo o dia. Essas demandas vão compor uma Carta Geral que será encaminhada à reitoria do IFTO.

Para encerrar as atividades do encontro, Higor falou sobre o Congresso dos Estudantes do IFTO (Coneifto), como funciona, qual a programação e as discussões que acontecem no evento. Para ele, o objetivo do congresso é contribuir para a formação política dos estudantes. “O Coneifto é como um encontro de entidades estudantis ampliado, com a oportunidade de participação de mais estudantes”, enfatizou. A partir das explicações, os alunos conversaram e decidiram eleger o Campus Dianópolis como sugestão para a próxima sede do Coneifto, o que será ainda avaliado pelos gestores do IFTO.

Para o aluno de Gestão Pública do Campus Palmas, Hainnan Rocha, que é ex-presidente da Comissão Eleitoral do Diretório Central do Estudantes (DCE) do IFTO, o encontro é muito importante porque muitos campi não tem ainda um movimento estudantil e essa é uma oportunidade de o DCE conhecer essas realidades para auxiliar no fortalecimento das entidades estudantis.

Para o presidente do DCE do IFTO, Ângelo Marcos Chaves, não há ninguém melhor do que os estudantes para falar do que os estudantes precisam. “É muito proveitoso quando a gestão do IFTO abre espaço para essas discussões durante eventos institucionais como é o Seminário”, pontuou.